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MPCE pede prisão de empresário por suspeita de contratar PMs para assassinar frentista desaparecido

Publicada em 26/02/18 as 15:59h por Por G1 CE - 493 visualizações


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Frentista João Paulo Sousa Rodrigues foi visto pela última vez no dia 30 de setembro de 2015 algemado no carro seriam os PMs.  (Foto: (Foto: Reprodução/TVM))

MPCE pede prisão de empresário por suspeita de contratar PMs para assassinar frentista desaparecido

Frentista foi visto pela última vez em 2015 algemado no carro dos PMs. Quatro policiais militares estão presos por envolvimento no crime.

Por G1 CE

 

Frentista João Paulo Sousa Rodrigues foi visto pela última vez no dia 30 de setembro de 2015 algemado no carro seriam os PMs. (Foto: Reprodução/TVM) Frentista João Paulo Sousa Rodrigues foi visto pela última vez no dia 30 de setembro de 2015 algemado no carro seriam os PMs. (Foto: Reprodução/TVM)

Frentista João Paulo Sousa Rodrigues foi visto pela última vez no dia 30 de setembro de 2015 algemado no carro seriam os PMs. (Foto: Reprodução/TVM)

Os quatro policiais militares acusados do desaparecimento do frentista João Paulo Sousa Rodrigues, em 2015, voltaram a ser presos preventivamente, na última sexta-feira (23), e encontram-se recolhidos no Presídio Militar. Além dos PMs, o Ministério Público do Ceará pediu a prisão preventiva do dono do posto de combustível onde a vítima trabalhava, suspeito de ser o mandante do crime.

Conforme a denúncia do MPCE, o empresário é suspeito de ter contratado os PMs por suspeitar que o frentista estava envolvido em um roubo no estabelecimento. Mensagens e ligações analisadas pelo órgão reforçaram a tese. A suspeita sobre o frentista é devido ao fato de o antigo local onde ele trabalhava ter sido assaltado mais de cinco vezes.

O MPCE acredita que os acusados façam parte de uma milícia e que já haviam cometido outros assassinatos, inclusive queimando os corpos das vítimas.

As investigações do MPCE também apontaram que o dono do posto estava dentro do carro em que o frentista foi colocado pelos policiais antes de sumir. O veículo, um Fiat Uno, era de um dos policiais envolvidos no crime, conforme o MPCE.

As prisões foram decretadas no dia 20 de fevereiro pela juíza da 1ª Vara do Júri, Danielle Pontes de Arruda Pinheiro, atendendo a pedido do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio da 1ª Promotoria de Justiça do Júri. Os agentes de segurança foram presos, mas o proprietário do posto não foi localizado e é considerado foragido.

Com a redistribuição, o titular da 1ª Promotoria de Justiça do Júri, Marcus Renan Palácio, adiciou a denúncia inicial que acusava os policiais por extorsão mediante sequestro, seguida de morte. Com a inclusão, os PMs foram acusados dos crimes de sequestro, tortura, homicídio e roubo da moto do frentista.

As prisões preventivas dos PMs e do empresário foram solicitadas argumentando a periculosidade e os antecedentes criminais dos acusados. Os policiais, segundo o MP, respondem a vários processos criminais, inclusive outros homicídios, e já haviam sido presos preventivamente em 2015. No dia 21 de setembro de 2016, foi concedida liberdade provisória com monitoramento eletrônico aos quatro agentes.

Corpo desaparecido

O frentista João Paulo Sousa Rodrigues foi visto pela última vez no dia 30 de setembro de 2015. Ele estava algemado em um carro com quatro homens que, de acordo com a investigação da Delegacia de Assuntos Internos (DAI), da Controladoria Geral de Disciplina (CGD) seriam os PMs. Uma câmera de vigilância flagrou a ação. O corpo da vítima segue desaparecido.










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